9 Motivos para Descobrir a Nova Zelândia

Emoção, diversidade, segurança e uma natureza exuberante.

Fazer turismo na Nova Zelândia é conviver com emoção, diversidade, segurança e natureza exuberante. O país oferece magníficos parques nacionais, onde o visitante encontra fiordes, neve, escarpas, montanhas de até 3 mil metros de altura, cavernas, gêiseres, lagos vulcânicos, córregos com água quente, florestas nativas com árvores gigantescas de mais de 2 mil anos e também pequenos e superprotegidos animais e aves. O governo dedica extremo cuidado ao meio ambiente, e os parques são considerados verdadeiros tesouros nacionais.

1. Os cafés

Wellington tem tanta cafeteria que é difícil andar na rua sem querer parar e entrar em cada uma delas, sentar no jardim e tomar um café, ler um livro com calma, olhar pro indivíduo em frente e bater papo.  A Nova Zelândia não é um país produtor de café: importa o grão verde, torra com maestria e treina muito os baristas que preparam “flat whites”, bebida inventada no país, e lattes primorosos. O país é famoso pela qualidade do leite.

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2. O contato com a natureza é diário, especialmente no verão

Em Wellington, dá pra sair do trabalho e ir pra praia aproveitar o fim da tarde. Fazer uma das trilhas espalhadas pela cidade. Ir surfar na praia em Lyall Bay. Caminhar pelo Waterfront. Passear pelo jardim botânico da cidade no fim do dia. Pedalar pela baía de Wellington. E por aí vai. Tudo bem que com 20 anos as coisas tendem a ser mais tranquilas. Mas o ritmo de trabalho, a gentileza, os espaços abertos e a beleza da paisagem – dá pra ver o mar da biblioteca pública de Wellington – tornam a rotina leve, leve.

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3. Vinho é coisa de todo mundo

Com um clima semelhante à França, a Nova Zelândia produz ótimos vinhos. O melhor: o preço nas prateleiras é muito camarada. O valor da rolha também é acessível em muitos cafés e restaurantes (no nosso thai preferido, custava quatro dólares neozelandeses por cabeça). O lance é democrático e as pessoas falam de vinho sem afetação, já que a bebida faz parte do dia a dia dos jovens “kiwis”. Não há nada melhor que beber um Sauvingnon Blanc em um dia quente em Wellington.

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4. As praias são desertas MESMO

Em especial no extremo norte da ilha norte do país, em Northland, e no norte da ilha sul, em Nelson. O parque nacional Abel Tasman é o menor da Nova Zelândia e um dos mais queridos pelos neozelandeses. Ali dá pra andar de caiaque, fazer trilhas de um ou mais dias, acampar, etc.

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5. Dá pra atravessar um vulcão em um dia

O Tongariro é um vulcão em atividade na ilha do norte. No verão, dá pra atravessá-lo a pé sem a necessidade de um guia – e ver os lindíssimos lagos esmeralda no topo dele – em cerca de oito horas. O passeio, conhecido como Tongariro Alpine Crossing, exige um pouco, mas retribui cada subida íngreme com a paisagem do Parque Nacional Tongariro, que abriga outros dois vulcões, o Ruapehu e o Ngauruhoe. Do topo do Tongariro, é possível ver o vulcão Taranaki, na costa oeste da ilha norte, o vulcão mais simétrico e mais escalado da Nova Zelândia. Já do topo do Taranak, dá pra ver as praias da costa oeste, a cerca de uma hora de distância de carro.

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6. A casualidade é regra

Se for para citar um estereótipo, os neozelandeses podem ser chamados de “laid back”, com aprovação dos próprios. Têm um estilo de vida relaxado e despreocupado. É difícil definir o comportamento de alguém ou de um país sem generalizar, mas concordamos que ser “laid back” ajuda o povo de lá a ser mais aberto e gentil, menos estressado e consumista.

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7. A feijoa e o sorvete de “hokey pokey”

É uma fruta de gosto parecido com a goiaba (um pouco mais doce, um pouco mais azeda) que é comumente consumida por lá. As feijoas são tão comuns que são encontradas em abundância em beiras de calçadas, parques e jardins, livres para serem colhidas. Curiosamente, a fruta tem origem em terras sul-americanas, inclusive do sul do Brasil. Outras delícias locais: frutos do mar fresquíssimos, a carne de cordeiro – o país tem cerca de z – e o sorvete de “hokey pokey”, de baunilha e “toffee” de mel.

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8. Dá pra viajar de van, parar pela estrada e se surpreender SEMPRE

Se comparado com o Brasil, o país é pequeno (aproximadamente do tamanho do Rio Grande do Sul) e, nesse espaço diminuto, concentra paisagens e atividades diversas – em Queenstown, por exemplo, é possível pular de bungee jump e visitar uma geleria no mesmo dia. Vulcões, lagos, praias, ilhas produtoras de vinho (Waiheke, a 30 minutos de ferry de Auckland, é visita obrigatória), florestas nativas. É como concentrar muitas ideias de férias em uma só, o que nos leva ao item número 10.

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9. Esportes radicais e muita adrenalina !

Uma variedade de esportes radicais caracterizam a Nova Zelândia como o berço dos esportes radicais, tanto na ilha norte quanto na sul você pode se divertir com muita coisa  como ski, snowboard, surfe, mountain bike pelas lindas paisagens, caminhadas guiadas bungy jump, rafting e muito mais.

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Fonte: Nômades Digitais

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